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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Professores participam de formação sobre Educação Ambiental

Foto: Bill De Nez
Pedagogos que atuam com os Anos Iniciais e professores de Ciências, Geografia e História da rede municipal e estadual de Criciúma participam de curso sobre Educação Ambiental e Ciências da Natureza. O projeto de extensão da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) ampliou sua proposta inicial de dinamizar o ensino de ciências e estimular a utilização de materiais didáticos do laboratório da universidade. O grupo constatou também a necessidade de trabalhar questões relativas à Educação Ambiental e de proporcionar que profissionais de outras áreas participassem. A formação será ministrada em oito encontros realizados nos meses de agosto a novembro, no Laboratório de Ensino de Ciências.
Num mundo comandado pela ciência e tecnologia é preciso aprimorar os conhecimentos científicos. Avanços impressionantes, como por exemplo, no campo das biotecnologias chegam às salas de aulas compelindo os professores a prepararem-se continuamente, o que nem sempre é possível. “As escolas e universidades têm a função de contribuir para que esse conhecimento chegue a todas as pessoas. Esta formação contribuirá muito com as práticas de nossos professores em seu cotidiano escolar, auxiliando no ensino e na aprendizagem de temas ambientais e no trabalho de conscientização,” justificou a coordenadora pedagógica, Aliciane Madalena Fogaça Albino.
A Reserva do Aguaí e a Bacia do Rio Araranguá foram temas abordados nos encontros. Foram apresentados vídeos sobre a flora e a fauna, sugestão de livros, projetos para conhecer o local. “Para haver conscientização e preservação é preciso conhecer. Uma forma interessante de assimilar a importância desses conceitos é realizando trilhas”, disse a coordenadora do projeto, Mirian da Conceição.

Informações sobre os encontros
Local: Laboratório de Ensino de Ciências, Bloco da Biblioteca, sala 06
Horário: 19h às 22h
Ministrantes: Palestrantes convidados pela UNESC em variados temas da Educação Ambiental.
Datas:
16 e 30 de agosto
13 e 27 de Setembro
11 e 25 de Outubro

08 e 22 de Novembro 

sábado, 20 de agosto de 2016

Professores conhecem jogos analógicos da Oficina do Aprendiz

Professores e diretores da rede municipal de Criciúma participaram de uma formação com os psicólogos Nicolas Lindner e Claudio Mallmann da empresa Oficina do Aprendiz, de Florianópolis. As atividades iniciaram na quarta e foram concluídas nesta sexta-feira (18/09), no salão do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma (Siserp).
Diversas atividades lúdicas foram realizadas, como ouvir histórias, montar uma ponte com peças de madeira, resolver quebra-cabeças, entender os objetivos e as regras de jogos oriundos de vários países. Os profissionais vivenciaram os jogos analógicos brincando entre entres ou colaborando na busca das resoluções. “Tivemos a oportunidade de mostrar nosso trabalho para mais de 150 educadores. Também apresentamos os processos cognitivos desencadeados e conversamos sobre modelos de intervenção quando aplicados em sala de aula. O jogo por si só não é mágico, precisa que o professor faça a mediação para que a criança aprenda”, explicou Mallmann.
Segundos os formadores, as crianças estão sedentas e carentes de atividades lúdicas que exploram jogos educativos. É preciso oferecer a elas essas experiências e se perceberá que apesar de viverem num mundo digitalizado, serão receptivas. O tema resultou em análises sobre a importância das famílias entenderem o valor da introdução desses desafios nas escolas. “Os pais precisam saber que quando uma criança brinca, ela fantasia, formula hipóteses, observa e conhece o mundo dando significado a ele,” explicou a coordenadora de educação infantil, Silvana Alves Bento.
O evento é uma parceria da Secretaria Municipal de Educação com o grupo Somos Educação (Editora Ática/Scipione/Ática).

Mais informações:
TEMA: Vivência de Jogos e Modelos de Intervenção
Objetivo: proporcionar aos participantes uma experimentação do jogar e dos processos cognitivos desencadeados; bem como possíveis modelos de mediação
  • Jogos e seus modos de utilização (individuais, coletivos, gigantes);
  • Aprendizagem das regras e prática do jogo;
  • Trabalhar com situações-problema e processos de mediação;
  • Entendimento do instrumental;
  • Desenvolver competências transversais 
O link a seguir tem mais sobre a Oficina do Aprendiz, clique AQUI.



Para ver mais fotografias do curso, clique AQUI.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cedoc realiza atividades com professores da rede municipal


   O Cedoc (Centro de Memória e Documentação da Unesc) realizou uma formação nesta quarta-feira (10/8) com professores das disciplinas de História, Artes e Informática da rede municipal de Criciúma. A atividade teve como objetivo instrumentalizar sobre o uso e a produção de audiovisual em sala de aula.

    O coordenador do Cedoc, Tiago da Silva Coelho, e a equipe do Centro de Memória e Documentação ministraram a capacitação, que foi dividida em duas etapas: uma teórica e uma prática em que os professores produziram audiovisuais de poucos minutos sobre histórias de Criciúma.


Fonte: Setor de Comunicação Integrada
Postado por: Milena Spilere Nandi

terça-feira, 19 de julho de 2016

IFSC oferece formação para docentes das áreas de matemática e ciências.

 O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Criciúma abre inscrições para o curso de formação continuada direcionado aos docentes que atuam nas áreas de matemática e ciências. Os encontros serão realizados quinzenalmente, de agosto a dezembro, às terças-feiras, das 18h30min às 22h30min. A carga horária oferecida é de 40 horas e terá foco nos conteúdos e práticas pedagógicas do Ensino Fundamental. Interessados devem fazer inscrição até o dia 25 de julho, no site da instituição, inclusive os profissionais das redes estaduais e particulares.
     “O curso iniciará no dia 9 de agosto. Os dois primeiros encontros terão como tema estudos referentes às questões pedagógicas e serão assuntos tratados com as duas áreas. Depois, conversaremos com os professores de matemática sobre as dificuldades deles, os conteúdos que desejam abordar e buscaremos atender às necessidades do grupo,” explicou o coordenador do curso de matemática, Gustavo Camargo Bérti.
     O planejamento do curso de ciências surgiu devido às dificuldades manifestadas pelos professores em trabalhar física e química com alunos do 9º ano. “Buscamos trabalhar em conjunto com essa instituição, principalmente, para melhorar as atividades práticas em sala de aula. Os professores querem ideias que facilitem o ensino e a aprendizagem, utilizando materiais disponíveis nas escolas públicas,” justificou a coordenadora pedagógica da rede municipal, Aliciane Fogaça.

     O curso de Ciência é coordenado pela professora do IFSC, Lizandra Morini.
Mais informações:
Para acessar o edital do curso, clique AQUI.
Para realizar a inscrição, clique AQUI. 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Centro de Memória e Documentação realiza atividade com professores da rede municipal


Relacionar os acervos do Cedoc/Unesc (Centro de Memória e Documentação da Unesc) com as atividades já desenvolvidas por professores de Ensino Fundamental nas aulas de História. Esse é objetivo das oficinas temáticas sobre a história da cidade, que iniciaram na última quinta (19/5). A atividade ocorre em parceria com a Prefeitura de Criciúma.
“Serão realizados ainda dois encontros com os professores da rede municipal, estendendo o convite aos professores das séries iniciais do Ensino Fundamental. Já os alunos do oitavo ano serão recepcionados na Unesc e no Cedoc mediante agendamento da Secretária Municipal de Educação e realizarão atividades de noções básicas de higienização e conservação de documentos, cotidiano e vida dos trabalhadores do carvão e produção audiovisual”, explicou o coordenador do Cedoc, Tiago Coelho.
As atividades foram conduzidas pelos professores Tiago Coelho e Michele Gonçalves Cardoso; pelas técnicas Selma Dassi e Taise Figueiredo, e pelas estagiarias Isadora Espíndola e Mirele Fernandes. As atividades foram organizadas pelo Cedoc e pela professora Tatiane dos Santos Virtuoso, assessora de História da Secretaria Municipal de Educação de Criciúma.


Fonte: Setor de Comunicação Integrada

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Representantes das escolas municipais participam de palestra sobre Africanidades Catarinenses

Sei que às vezes eu uso palavras repetidas, mas quais são as palavras que nunca são ditas? Foi citando esse trecho da música da banda Legião Urbana que Jeruse Maria Romão, iniciou a palestra “A África está em nós, Africanidades Catarinenses”. A pedagoga e mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) tratou do assunto com representantes das escolas municipais de Criciúma, nesta terça-feira (2), no auditório da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec). “A lei que torna obrigatório o estudo da História e Cultura Afro-Brasileira nos currículos oficiais escolares foi aprovada há 13 anos e a lei que obriga o estudo da cultura indígena já tem 8 anos. O processo de implementação é contínuo e exige momentos de formação como esse. Precisamos repetir as palavras já ditas, dialogar e refletir sobre as razões que promovam a interdisciplinaridade dessa temática nas salas de aula,” explicou Jeruse.

A Educação das Relações Étnico Racial (Erer) é um conjunto de ações políticas educativas que atuam com a concepção de reeducar os modos de convivência da sociedade, para o respeito às diferenças e conteúdos étnicos de base africana e afro-brasileira. A Secretaria de Educação em parceria com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial de Criciúma (Copirc) tem como foco essa perspectiva de trabalho que tem como objetivo promover a valorização das diferentes identidades, culturas e etnias no contexto escolar e não é entendido apenas como uma obrigatoriedade imposta pelas leis. “A luta pelos direitos da população negra e indígena no Brasil é perpassada por muitos desafios e resistências. A escola, por mais de um século, excluiu do seu currículo a contribuição de negros e indígenas para o processo de formação do Brasil, sendo que, resquícios dessas práticas estão presentes nos dias atuais”, comentou Tatiane Virtuoso, coordenadora pedagógica da secretaria de educação.

O título da palestra faz referência a uma coleção bibliográfica coordenada por Jeruse Romão. A obra foi adquirida pela Secretaria de Educação em 2015 e distribuída às escolas para auxiliar na implementação da legislação. A palestrante ressaltou a importância de a sociedade conhecer as suas lideranças locais. “É importante que o povo conheça os sujeitos de sua história e que valorizem as diferentes identidades. Criciúma precisa conhecer, por exemplo, a história de Clotildes e Vilson Lalau,” frisou Jeruse.


Conheça as Leis

Por meio da Lei nº 10.639 de 9 de janeiro de 2003 e a Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008, foi incluída na Lei nº 9.394 de 1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional a obrigatoriedade do estudo da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena no currículo escolar. A partir dessa definição, entende-se que a temática esteja contemplada em todas as escolas do território nacional. Dentro dessa perspectiva, a Lei inclui o estudo de diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras”.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Professoras participaram de oficina de jogos pedagógicos



Professoras de Letramento que atuam no Ciclo de Alfabetização (1º ao 3º Ano) e coordenadoras do Programa Mais Educação iniciaram na terça-feira (2/5) uma Oficina de Jogos Pedagógicos. A ministrante é a psicóloga e fonoaudióloga, Maria Aparecida Denoni, que atua no Núcleo de Cooperação Educacional (NCE) e seu trabalho teve como tema “O uso de jogos e brinquedos na Educação Infantil e nas Séries Iniciais.
A formação faz parte do Programa de Formação Docente da Rede Municipal e está sob a coordenação de Bárbara Formigoni Abel (Anos Iniciais) e Samira José de Moraes (Programa Mais Educação). Sobrando vagas, profissionais de outras áreas podem participar. Os próximos encontros serão realizados no auditório dos Sindicatos dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Criciúma e Região (Siserp) nos dias 16 e 30 de maio e no dia 13 de junho, no horário das 18h às 22 horas.
No primeiro momento as participantes receberam orientações para confeccionar materiais que serão utilizados encontro. Depois receberam fundamentação teórica sobre os processos de aprendizagem, plasticidade cerebral e comportamento verbal e simbólico. “Esqueçam os rótulos negativos que são dados aos alunos, nenhum ser humano merece ser classificado como incapaz. Nem todos são deficientes, nem são em todos os momentos e em todas as coisas”, explica Maria Aparecida.
As professoras conheceram jogos do tipo “Boole” que objetivam exercitar o raciocínio lógico e podem ser aplicados em suas salas de aula.


terça-feira, 26 de abril de 2016

AUTORA DE LIVROS DIDÁTICOS REALIZA PALESTRA PARA PROFESSORAS DA REDE MUNICIPAL


Professoras dos Anos Iniciais da rede municipal participaram de um encontro com Terezinha Bertin, uma das autoras dos livros didáticos Letramento e Alfabetização e Língua Portuguesa do Projeto Ápis. A palestra, realizada nessa terça-feira (26), teve como tema os desafios da leitura e da escrita. A formação faz parte das ações organizadas pela assessoria pedagógica do Grupo Somos Educação (Editoras Ática, Scipione, Saraiva e Atual) às redes de ensino que escolhem suas obras e do Programa de Formação Docente da Secretaria Municipal de Educação de Criciúma.

A proposta pedagógica apresentada explora as diversas modalidades de gênero, como, histórias em quadrinhos, poemas, notícias, listagens, receitas, propaganda, fábulas e bilhetes. “É fundamental refinar as habilidades de leitura e de escrita dos alunos. O leitor habituado com jornais sabe que primeiro deve ler as manchetes, as linhas de apoio e que o primeiro parágrafo traz a informação mais importante. Cada gênero exige um leitor diferente e isso deve ser trabalhado desde o primeiro ano do Ensino Fundamental”, justifica Terezinha.

A autora explicou que deve-se trabalhar a leitura de forma a desenvolver habilidades diferenciadas de compreensão imediata e de interpretação propriamente dita. A compreensão imediata pressupõe o exercício de habilidades como localizar dados e informações explícitas e fazer inferências simples. E a interpretação é um avanço em que o aluno precisa fazer inferências a partir de dados não explícitos e para isso precisa haver a mediação e a intervenção do professor. “Os meus alunos faziam a primeira parte sozinhos e tinham dificuldades com a segunda. Tinha percebido isso e agora entendi a proposta pedagógica. Esse momento foi rico e nos deu fundamentação para usar os livros de maneira mais adequada”, afirma a professora Claudia Miranda da EMEIF Dionizio Milioli.


A escola deve ajudar o aluno a progredir na sua capacidade de compreensão e de produção de forma que tenha autonomia. Leitura não é mais estratégia, hoje é conteúdo de natureza procedimental e deve ser trabalhada de forma sistemática. “O equívoco da educação tradicional é que não fazia sentido. Não tem milagre para resolver o problema de um aluno que está no 5º Ano e não foi alfabetizado. Alguém precisa refazer todo o percurso com ele, porque não teve ou não foi dada a chance para que aprendesse dentro do seu tempo. Os professores precisam utilizar desafios diferentes e ler muito, ser modelo para seus alunos”, sugere a palestrante.


terça-feira, 22 de março de 2016

Educação especial é tema de capacitação

Mais de 300 monitores de turma que atuam nas escolas da rede municipal de Criciúma participaram nesta terça-feira (22), no auditório da Amrec, da primeira capacitação para auxiliares de sala de Educação Especial. A formação foi realizada para uma preparação eficiente dos monitores em lidar com as particularidades de atuação na Educação Especial.
O encontro foi ministrado pelas coordenadoras da Secretaria Municipal de Educação, Daniela Chagas Pacheco - que falou sobre o papel dos monitores em sala de aula - e Claudenice Vieira Stefani e Cinara Linu Colonett Bergman, que orientaram os profissionais quanto aos conceitos de deficiências (cognitiva e sensorial) e especificidades de cada uma.
Segundo Claudenice, mais conhecida entre os profissionais por Kau, a capacitação dos monitores que atuam na rede apoiando os professores é de grande importância, pois favorece a aquisição de conhecimento especifico. “As crianças com deficiência precisam de um monitor para auxiliar nas suas atividades, e o profissional interfere diretamente com seu trabalho na vida destes alunos. Temos que deixá-los mais seguros e preparados para uma atuação efetiva com os alunos. Eles lidam com estudantes com deficiências intelectual, sensorial e transtorno global. Todo nosso trabalho é para mostrar que toda a ação tem que ter foco na inclusão”, declara a coordenadora.
Hoje nas escolas da rede municipal estão matriculadas 350 crianças com deficiência. Em algumas instituições existem dois estudantes com deficiência na mesma sala de aula.
Para Daniela, a ação ajuda tanto os monitores, que voltam para suas escolas com novos conhecimentos, quanto os professores, que precisam de alguém que os apoiem em diversos pontos. “É importante a gente orientar, conscientizar e explicar aos profissionais todas as experiências que eles vão ter dentro e fora da sala de aula, pois todos esses ensinamentos favorecem à aprendizagem, conhecimento e socialização. Temos sempre que fortalecê-los e motivá-los”, destaca.

Colaboração: Milena dos Santos / Comunicação Criciúma

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Educadores participam de formação sobre “Altas Habilidades”

Com o objetivo de apoiar os educadores que atuam nas Salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE), a Secretaria Municipal de Educação, realizou nesta sexta-feira uma capacitação sobre altas habilidades/superdotação para professores e equipe diretiva das escolas da rede municipal, com profissionais da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE).
Segundo a secretária de Educação, Rose Reynaud, a formação vai abrir portas para que os educadores identifiquem e façam um melhor acompanhamento dos alunos matriculados na rede regular de ensino que tenham indicativo de altas habilidades. “Estamos num movimento de integração cada vez maior e esses professores são muito importantes para o desenvolvimento desses alunos nas salas de AEE e principalmente pela luta na inclusão. Sabemos que ainda são feitas poucas coisas pelos alunos que tem altas habilidades, mas acredito que com o embasamento que recebemos ficará mais fácil de realizar ações em prol desses estudantes”, relata Rose.
A Secretaria de Educação está ofertando aos educadores aproximadamente 1.600 horas de formação continuada.
De acordo com o supervisor de atividades educacionais extensivas da FCEE, Sérgio Basset, que foi um dos palestrantes da formação, as pessoas com altas habilidades se destacam por apresentar notável desempenho em um ou mais dos diversos domínios de capacidade. “Temos que trabalhar com aqueles que dependem pouco de nós. Com eles podemos ter duas conquistas: o da produção de conhecimento, ou da marginalidade. A identificação de altas habilidades é feita por meio de indicadores. Muitas vezes parece que temos que trabalhar apenas com o déficit, mas isso não é real. Os alunos que apresentam altas habilidades precisam dos estímulos necessários para desenvolver seu potencial e prestar serviços para a sociedade”, destaca o supervisor.
Com informações de Milena dos Santos/Comunicação PMC